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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Nenhuma criança consegue ter sucesso escolar se a sua vida for só escola e estudo


Olá! Bem disposto? Esta pergunta não é de circunstância. Na realidade, sem estares minimamente bem-disposto será difícil seres bom aluno”. Assim se dirige aos leitores o homem que, aos 58 anos acaba de lançar mais um livro no mercado. Este Ano Vais Ser o Melhor Aluno – ‘Bora Lá? (Guerra & Paz, 196 págs., €14,99) alcançou o segundo lugar no top de vendas de não ficção da GFK e tem uma missão: combater o insucesso escolar e promover a cidadania.

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Artigo enviado pela professora Isilda Viana


quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A história comovente do pássaro que salvou uma família

A história comovente do pássaro que salvou uma família


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Professora Magda Ferreira

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Dia Mundial do Sorriso

Vai um sorriso?

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Crianças Precisam Ser Felizes, Não De Serem As Melhores

Crianças Precisam Ser Felizes, Não De Serem As Melhores


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terça-feira, 27 de setembro de 2016

Para onde vamos nós?

"É inacreditável que  hoje se passeiam mais os cães do que as crianças" 


Há mais de 40 anos que o investigador Carlos Neto trabalha com crianças e está preocupado com o sedentarismo. "Há pais que já não têm prazer em brincar com os filhos"

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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O que diz o nosso Ministério sobre Educação Sexual em Meio Escolar



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Bom trabalho!

segunda-feira, 23 de maio de 2016

O poder de um abraço

O poder de um abraço

 
Nascemos para ser tocados. Precisamos que nos toquem. Dependemos disso para viver em paz. E somos infinitamente mais felizes quando recebemos de cada relação afetiva a quantidade certa de abraços, beijos e outros gestos de afeto. Disso quase toda a gente sabe. Mas até que ponto estamos conscientes do PODER do toque? Será que valorizamos na medida certa os gestos de afeto?
Instintivamente, (quase) todos os pais e mães que conheço tocam com frequência e com carinho nos seus bebés. Dão-lhes colo, fazem festas e enchem-nos de beijinhos. Há uma hormona que dá uma ajudinha neste processo de ligação – a oxitocina. E ainda bem que assim é. Afinal, o toque é o primeiro sentido a ser desenvolvido e é a forma de mostrarmos aos nossos bebés que gostamos deles. Sabia, por exemplo, que as crianças que recebem poucos gestos de afeto sofrem um forte impacto ao nível do seu desenvolvimento? É verdade! Precisamos – literalmente – que nos toquem para que possamos desenvolver-nos – física e emocionalmente- de forma saudável.
E na idade adulta? Que poder têm estes gestos? Serão igualmente poderosos? Sem dúvida! As investigações feitas nesta área mostram, por exemplo, que o toque tem um poder terapêutico e que é muito mais provável que encaremos alguns tratamentos mais invasivos como menos dolorosos quando há alguém de quem gostamos a segurar a nossa mão. Isso é visível nos tratamentos oncológicos, por exemplo. Não é magia. É amor!
Mas há mais. Há muito mais. Se estivermos descontrolados, há uma probabilidade muito maior de sermos capazes de controlar a nossa fúria ou a nossa ansiedade se houver alguém de quem gostamos a tocar-nos. Às vezes basta passar a mão pelo rosto ou pelo braço da outra pessoa para observar mudanças que não ocorreriam com a toma de um calmante.
É através do toque – mais do que através de palavras – que dizemos “gosto de ti”. É através do toque que nos ligamos, que criamos laços afetivos. É por isso que nenhuma relação amorosa está realmente segura se não houver miminhos com regularidade. Sabia que os casais que raramente se tocam estão muito mais vulneráveis ao divórcio? Ou que as pessoas que recebem abraços, massagens nas costas e beijos na boca com frequência têm menor probabilidade de sofrer de hipertensão arterial?
O toque é poderoso desde o dia em que nascemos até ao dia em que morremos. Sabia que os idosos se sentem muitas vezes indesejados ou “a mais” simplesmente porque já não há quem lhes dê estes mimos? Ou que a mortalidade é muito maior entre aqueles que não são abraçados com frequência?
Nós não permitimos que qualquer pessoa nos toque. Não andamos por aí a distribuir abraços. Mas talvez devamos parar para pensar se temos distribuído bem os nossos gestos de afeto. Afinal, todas as pessoas de quem gostamos merecem sentir os efeitos positivos do nosso toque. Ou não?

Artigo enviado pela Professora Fátima Correia

segunda-feira, 16 de maio de 2016

O meu filho dorme o suficiente?

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Profª Maria Dores Leite



terça-feira, 3 de maio de 2016

Amor próprio


Encarregada de Educação Isabel Rodrigues