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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Dove Pela Autoestima!

Nalgumas imagens, nem tudo é o que parece!


Como algumas meninas se vêem!



És mais bonita do que pensas!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Liberta-te!


Gostas de te sentir preso?







segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Quem te ama, não te agride!


domingo, 17 de janeiro de 2016

O que se deve fazer!


quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

We should all be feminists!


Igualdade de Género



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Internet Segura

Milhões de utilizadores, de todas as idades, culturas e estilos de vida, usam diariamente a Internet. Um meio versátil e uma fonte inesgotável de recursos, que nos permite contactar com utilizadores em regiões remotas e estabelecer uma rede de partilha com o mundo. Contudo, este mundo cheio de potencialidades, também oferece alguns riscos que ameaçam a nossa segurança e bem-estar. 

A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tem transformado profundamente a maneira como as pessoas vivem – como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas relações pessoais como com as organizações. Hoje é quase impossível conceber o dia-a-dia sem internet, mas é fundamental tomar precauções que garantam uma navegação mais protegida e tornem possível desfrutar das inúmeras vantagens que a internet, as redes sociais e as mais recentes tecnologias oferecem.

Alertar e prevenir para riscos como vírus, roubo de identidade, phishing, cyberbulling e sexting, promovendo a utilização segura e a privacidade dos utilizadores na internet, são os propósitos do projeto Internet Segura, que através da sua plataforma online oferece um conjunto de serviços de apoio e recursos informativos úteis a todos, em particular às famílias e educadores responsáveis pela educação e acompanhamento dos utilizadores mais jovens. 

A plataforma Internet Segura online promove também o combate à disseminação de conteúdos ilegais através da Linha Alerta, que recebe e encaminha denúncias sobre URLs suspeitos. Por outro lado, A Linha Ajuda oferece atendimento telefónico e online a crianças, jovens, pais e professores, sobre questões relacionadas com o uso de tecnologias. Garante o apoio, anónimo e confidencial, ao uso das tecnologias cobrindo todos os assuntos relativos à utilização das mesmas, incluindo problemas relacionais no seio das famílias ou entre pares, bullying, assim como exploração imprópria e indigna das crianças e jovens. 

O projeto Internet Segura é da responsabilidade de um consórcio coordenado pela FCT - Fundação para a Ciência e Tecnologia, que envolve a DGE - Direção Geral da Educação do Ministério da Educação, aFundação para a Computação Científica Nacional – FCCN, o IPDJ - Instituto Português do Desporto e Juventude e a Microsoft Portugal.


APF
http://www.apf.pt/noticias/sera-que-estamos-seguros-na-internet

JUDEUS E PALESTINOS PROTESTAM AOS BEIJOS CONTRA PROIBIÇÃO DE LIVRO

Judeus e palestinianos unem-se contra a decisão do ministro da Educação de Israel que decidiu banir do programa de ensino um livro que fala de um romance entre uma mulher judia e um homem árabe. E mostram a sua revolta com beijos.
A iniciativa foi promovida pela revista Time Out e junta casais de heterossexuais e de homossexuais mistos – com um elemento judeu e outro palestino – como reacção à proibição do livro “Gader Jayá”(“Vida de Fronteira”, em tradução livre), da escritora Dorit Rabinyan.
O ministério da Educação de Israel decidiu retirar a obra da lista de livros incluídos no programa de Ensino argumentando que “encoraja a assimilação” e que “as relações íntimas entre judeus e não judeus ameaçam a separação de identidades“.
A medida suscitou muitas críticas nas redes sociais e vários escritores, intelectuais e outras personalidades de Israel já lamentaram também a decisão do ministério liderado por Naftali Bennett, do partido nacionalista religioso Lar Judaico.
Na oposição trabalhista, o líder Isaac Herzog diz que já comprou vários exemplares do livro, incitando os israelitas a comprarem-no também.
ZAP





domingo, 24 de maio de 2015

Violência no Namoro
Há coisas que ninguém quer ver. Ninguém quer existir numa realidade onde o amor já não é amor, onde se calhar o amor nunca foi amor. Vemos nos filmes que o príncipe encantado resgata a princesa e eles vivem felizes para sempre. Mas a Branca de Neve foi levada para longe dos seus 7 amigos baixotes e a Bela vivia presa num castelo. E também há histórias assim. Há tantas histórias de pessoas que sem qualquer título real vivem presas num outro castelo, mais forte e alto e com grades de ferro que não os deixa sair.
É fácil prender o outro num castelo assim. Engodamos o outro com um cheirinho a amor, carinho e compreensão. Depois, prendêmo-los num abraço demasiado longo e demasiado apertado que incomoda e quase dói. E o outro, já bêbedo desse cheiro a amor, não vai dizer nada. Depois sussurramos ao ouvido coisas más. Sim, coisas muito más. Vamos e pegamos na já de si frágil autoestima do outro e vamos depená-la, pena a pena, com calma e sem deslaçar o abraço. Quando o outro cair, será nos nossos braços. Não vai ter mais ninguém depois de tanto tempo naquele abraço, demasiado longo e demasiado apertado.
É fácil sair de um castelo assim. Dizes que não e vais embora. Mas estás sozinho e ir embora é ficar de facto sozinho. E vales tão pouco que ninguém vai nunca mais gostar de ti e os teus amigos foram embora porque não lhes podias dar nada presa naquele abraço tão longo e tão apertado que me diziam que era amor. E agora já nem sabes quem és, porque o que eras era tão mau, tão feio, tão terrível que tiveste que mudar tudo ali naquele abraço. Estás sem ti e sem mais ninguém. Já só existem aqueles braços à volta da tua cintura.
É fácil saber o outro preso num castelo assim. É fácil ver aqueles homens e aquelas mulheres presos num abraço que sufoca e às vezes mata. É fácil de saber, são tantos aí mesmo ao pé de ti. O difícil é querer saber.
Achas que estes casos são contos de faz-de-conta? Um estudo realizado em 2014 sobre a prevalência da violência do namoro diz-nos que não. Numa população de 4 667 jovens com idades entre os 13 e os 29 anos, 25,4% confessaram que tinham sido vítimas de, pelo menos, um ato abusivo no último ano e os comportamentos emocionalmente abusivos são os que mais causaram vítimas, e não a agressão física.

Olha à tua volta e ajuda-os a sair do castelo:
APAV, Gabinete de Apoio à Vítima
Centro de Recursos Sociais da CM Porto
Rua da Fábrica Social, 17, Piso 2
4000-201 PORTO
tel 22 550 29 57 | fax 22 550 29 59
apav.porto@apav.pt
Dias úteis: 10H00-13H00 / 14H30-18H00

Alunos do ICBAS-UP